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VIAGENS || Amesterdão em Janeiro || Parte II

VIAGENS || Amesterdão em Janeiro || Parte II

Conforme prometido, aqui está a segunda parte do meu roteiro por Amesterdão! Se chegaram aqui agora e não sabem do que estou a falar, leiam a primeira parte do artigo, aqui.

Dia 3

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Desta vez não comecei o dia com um museu (acordei um pouco mais tarde eheh), mas sim com um passeio pela zona mais moderna da cidade, um bairro onde estão situados vários escritórios com uma arquitectura um pouco diferente do centro.

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Depois de uma boa caminhada por essa zona, fui ter ao Moinho De Gooyer, o mais alto moinho Holandês. Mesmo ao lado encontramos Brouwerij ‘t IJ, cervejaria famosa pelas suas distilarias (podem visitar, os locais dizem que é muito mais autêntico do que ir ao Museu da Heineken – que eu não fui, pois nem sequer aprecio cerveja).

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Terminei a manhã com um passeio pelo Oosterpark e fui almoçar ao Le Pain Quotidien, uma cadeia de restaurantes de comida saudável, que existe em varias cidades da Europa (infelizmente ainda não chegou a Portugal).

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Já tinha estado no de Londres e adorei este em Amesterdão! E o melhor? Enquanto estávamos a almoçar, esteve sempre a nevar, e foi maravilhoso ver nevar enquanto estávamos no quentinho do restaurante, tranquilos. A neve acalmou um bocadinho e ainda a apanhámos a cair, “miudinha”, quando saímos de lá! Foi super giro!

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E depois de almoço…

Comecei a tarde no Albert Cuyp Market, um mercado grandinho e com muita coisa boa para se comer. Foi lá que provei as Stroopwaffles quentinhas! Delicioso. Acho que é mesmo o melhor sitio para comê-las, e para as comprar para levar para casa! O mercado tem também outro tipo de artigos à venda. Roupa, acessórios, brinquedos, etc.

Visitei de seguida o maior parque de Amesterdão, o Vondelpark. É enorme e é bem giro, mas confesso que gostei ainda mais do Oosterpark. Apesar de ser mais pequeno, é mais sossegado e tem mais beleza, pelo menos para mim!

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Continuei a minha caminhada e passei por uma zona onde se encontram as Zevenlandenhuizen, sete casas construídas seguidas umas às outras mas cada uma com arquitectura de países diferentes. Bem giras!

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Passei depois pelo Paradiso, que era lá perto. O Paradiso é uma das mais conhecidas casas de espectáculos em Amesterdão. Nunca vi lá nenhum concerto mas gostava imenso! E por isso, claro que tinha de lá dar um pulinho para ver como era.

Parei no De Vier Pilaren para comer as famosas Poffertjes, mini panquecas deliciosas! Por favor, provem isto, porque é de ir aos céus!

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Tinha reservado uma ida ao Museu Moco para as 17h, e assim foi. O Moco é um museu de arte moderna e contemporânea, e tem imensa coisa gira para se ver.

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Dou destaque à coleção do Banksy que se encontrava lá quando o visitámos, que gostei imenso!

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Ao lado do Moco encontrava-se uma pista de gelo lindíssima, mesmo em frente ao Maior museu de Amesterdão, o Rijksmuseum.

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Continuei o resto da tarde a caminhar pelos canais, passei pela Praça Leidseplein e acabei o dia a jantar num restaurante italiano lá perto.

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Para quem está em low budget, é ótimo, porque têm pizzas e massas básicas a partir de cinco euros. Mas mesmo básicas ok? Se quiserem algo mais “elaborado” os preços já são um bocadinho superiores. O restaurante é o Ristorante Italiano Peppino. É ok, dá para desenrascar e servem bem.

Dia 4

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O último dia foi talvez o meu dia mais calminho. O dia começou cinzento e com a cidade coberta de neve (ainda) mas as temperaturas iam aumentar por isso sabíamos que a neve ia derreter rapidamente, e assim foi. No entanto, apanhámos imenso nevoeiro neste dia. Começámos o dia a visitar o Museu Van Gogh, um dos artistas que mais admiro no que diz respeito a pintura. O museu é enorme por isso passámos lá boa parte da manhã, e adorei!

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Depois apanhámos o ferry gratuito e fomos à zona NDSM, uma espécie de LX Factory de Amesterdão. Foi lá que encontrei alguns grafittis muito giros, como este da Anne Frank.

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Também foi aqui que provei o famoso Haring! Trata-se de um snack muito típico, que consiste em peixe cru no pão, com picles e cebola. Estranho não é? Mas é estranhamente bom! Eu comi e adorei!

Depois de voltarmos de ferry, apanhámos um autocarro para uma zona um pouco mais afastada, a Westergasfabriek B.V.. Trata-se de outro local estilo LX Factory, mas com menos arte e mais restaurantes e cafés giros. Foi lá que descobri a fábrica de chocolates TONY’s CHOCOLONELY, chocolates fabricados na Holanda. A Fábrica tinha uma loja aberta ao público, onde pude degustar vários chocolates diferentes. Eram deliciosos e gostei tanto que trouxe alguns comigo!

Parei para almoçar num dos maiores achados de Amesterdão (pelo menos para mim): TonTon Club West! Um restaurante de inspiração japonesa, com pratos asiáticos de fusão e…jogos de arcada! Alguns japoneses, outros não, o certo é que depois de almoçarmos foi super divertido jogar um bocadinho nestes jogos de arcada!

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Já bem depois do almoço (a meio da tarde já) voltámos para o Jordan’s District, para lanchar o que dizem ser a melhor tarte de maçã do mundo, na Winkel 43. Adoro tarte de maçã e tinha imensas expectativas, pelo que fiquei sem perceber porque é que gostam tanto da tarte deste café. É boa, sim, mas não a achei nada do outro mundo. Um daqueles casos em que é maior a fama que outra coisa. Mas claro, gostos não se discutem, e vocês podem gostar mais da tarde que eu, por isso se quiserem experimentar, já sabem.

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A tarde já estava quase no fim, mas tinha ainda um plano bem fofinho para o final da minha viagem em Amesterdão: Um cruzeiro nos canais! Reservei um pela companhia “Those dam boat guys” (25€ por pessoa) e gostei imenso. O passeio durou 90 minutos, passou por locais muito giros e tinha pouca gente (o máximo eram 10 pessoas), pelo que deu para conversarmos todos uns com os outros, e inclusive absorver bem melhor o que o nosso comandante guia nos contava sobre a cidade. Como o fizemos ao por do sol (17h), conseguimos apanhar vários tipos de luzes pelo passeio, e ainda algumas pontes com iluminações muito giras. Adorei o passeio, e vale mesmo muito a pena!

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Para acabar o dia em beleza, jantei no restaurante indiano Purna, que se revelou delicioso!

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Ficou-me a faltar visitar…

…o ADAM Lockout, variadíssimos museus, a Biblioteca (que dá para subir ao topo e ver a vista da cidade) e o Tolhuistuin (centro cultural). Só não fui aos dois primeiros porque tinha programado lá ir no último dia, mas o nevoeiro era imenso e não ia aproveitar a vista da cidade, de certeza. E como já tinha tido outros spots giros com vista, aproveitei para relaxar e fazer outras coisas. Afinal, as férias também servem para isso!

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Curiosidades sobre Amesterdão

Vê-se o simbolo XXX (três cruzes) em todo o lado, e muita gente associa-o ao sexo e ao Red Light District. O XXX aparece no brasão da cidade mas, pelo que parece, ninguém sabe ao certo a sua origem! Existem diversas teorias: que significam as três catástrofes que se abateram sobre Amsterdão (água, fogo e doença), ou que significam os três atributos da cidade (que constam inclusive no brasão da cidade). O certo é que essas explicações vieram muito depois das cruzes serem adoptadas como símbolo da cidade, e não há nenhuma evidência de que essas lendas (que são muitas) sejam a explicação original.

As casas de Amesterdão, na sua maioria, têm as janelas muito altas e planas, para que entre mais luz, uma vez que a maioria dos dias são nublados e escuros.

Vê-se muitas lojas e restaurantes com animais de estimação; os proprietários levam consigo os seus amigos de quatro patas!

A maioria dos holandeses almoça apenas sandes ou algo assim mais para o leve. Ao jantar é que costumam cozinhar refeições mais elaboradas.

No verão, pode-se nadar nos canais, excepto em zonas assinaladas, e sempre com cuidado, devido aos barcos que passam constantemente.

A maioria dos estabelecimentos preferem que seja utilizado cartão de débito/crédito, invés de dinheiro vivo. Até existem locais que não aceitam dinheiro de todo! Nos autocarros, por exemplo, podemos pagar com cartão, assim como nos eléctricos, no caso de não termos comprado ainda bilhete.

A maioria da população de Amesterdão fala muitíssimo bem o inglês. E muitos deles até têm sotaque britânico! É incrível.

Existe um cartão que dá acesso a transportes públicos e a muitas entradas em museus, que é o IAmsterdam Card. Se forem visitar mesmo muitos museus, este cartão compensa muito! Se forem ver só três ou quatro museus dos pagos, como eu, é provável que não vos compense.

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Então vale a pena ir a Amesterdão?

Vale tão a pena! Eu pelo menos adorei a cidade! Ruas lindíssimas, bons museus, pessoas simpáticas, bons restaurantes…é ótimo para quem gosta de passeios pela cidade, mas também tem parques bonitos e não é uma cidade confusa! Os transportes funcionam muito bem e é fácil deslocarmo-nos. Adorei!

E vocês, já visitaram Amesterdão?
Beijinho,
Lara ♥

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